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Instituto Positivo desenvolve instrumento de avaliação para Arranjos

Nova metodologia aproxima ADEs de um monitoramento mais assertivo acerca de impactos

Instituto Positivo desenvolve instrumento de avaliação para Arranjos

Nova metodologia aproxima ADEs de um monitoramento mais assertivo acerca de impactos

Um dos fatores que pode garantir a continuidade e preservar a autonomia dos Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADE) é a comprovação dos impactos gerados pelo trabalho coletivo. Quando há uma avaliação sistematizada e organizada das ações e resultados, a credibilidade aumenta e contribui para um maior engajamento por parte dos parceiros, sociedade civil, investidores sociais e, claro, dirigentes municipais de Educação.

CRÉDITO: Divulgação

Pensando em contribuir para uma análise mais completa e estruturada das ações dos Arranjos já implantados em todo o país, o Instituto Positivo (IP) desenvolveu uma metodologia exclusiva de avaliação. Com apoio de uma consultoria especializada, o instrumento serve para avaliar a internalização de uma cultura de colaboração no contexto de um ADE e também o grau de sustentabilidade e autonomia do programa, por meio da observação do nível de engajamento e maturidade do grupo.

Como funciona

A metodologia servirá para gerar reflexões a partir da avaliação da colaboração instalada no grupo, com um fluxo autoaplicável e de fácil utilização. Com os dados levantados, dá-se início ao processo de construção de planos de ação voltados às melhorias identificadas durante o processo de análise.

CRÉDITO: Divulgação

Como complemento, também é disponibilizada uma ferramenta de monitoramento de indicadores. Nela, será possível ter acesso aos dados históricos dos municípios integrantes do território dos Arranjos, além de orientações sobre indicadores públicos e oficiais, descrição das informações que compõem o indicador e as possíveis análises que podem ser feitas a partir de cada dado.

Diálogo constante

Para garantir a assertividade na construção do instrumento, o IP ouviu e envolveu os líderes dos 13 Arranjos em funcionamento no Brasil. Todos puderam contribuir com sugestões e propor soluções para agregar mais praticidade e conhecimento no dia a dia de quem vive o formato de trabalho colaborativo.

Uma experiência piloto da metodologia de avaliação foi aplicada no ADE Granfpolis. Em breve, os demais Arranjos do Brasil também terão acesso ao instrumento, que poderá contribuir para tomadas de decisões mais assertivas sobre assuntos como governança e foco de atuação, e auxiliará na construção de uma gestão mais autônoma e sustentável.

CRÉDITO: Divulgação